VEM – Videoarte Em Movimento
14 – 30 JUL 2026
O VEM – Videoarte Em Movimento é uma experiência itinerante de fruição da criação visual em ambientes de transição e passagem. Durante o verão, uma carrinha viaja entre Espanha e Portugal a exibir um programa composto por obras de videoartistas internacionais.
Trata-se de uma curadoria de perspetiva histórica e com classificação livre – para que a sua assistência a céu aberto, numa noite de verão, seja acessível e do interesse de todos os públicos. As projeções são realizadas em ambientes de pequena a média escala, retirando as obras do ambiente expositivo tradicional para levá-las a espaços abertos de projeção pública.
“Começa com imagens que me interessam ou que me provocam”
William Kentridge
No VEM 2026, a experiência visual apresenta-se a partir de uma carrinha que percorre o caminho entre Espanha e Portugal, transformando o deslocamento num território onde o íntimo, o político, o poético e o ambiental se encontram e se tensionam. A seleção reúne obras que falam da percepção e da memória, das tensões da vida cotidiana, da fragilidade das estruturas sociais e da relação do ser humano com o seu entorno, desde o espaço doméstico e urbano até à paisagem natural, industrial e simbólica.
Na peça My World de Stein Henningsen, o corpo enfrenta a vastidão de Svalbard, golpeando um iceberg que se desloca sem fim; uma ação mínima e insistente que se transforma numa metáfora de resistência diante de forças incontroláveis. Por sua vez, Luis Úrculo – Ensayo Sobre la Ruina aproxima-se da arquitetura, do vestígio e da instabilidade das formas construídas, propondo uma leitura poética da ruína como matéria física, mental e temporal. Na obra Polyphem de Ilaria Di Carlo, a paisagem surge como território ferido: a obra reinterpreta o mito de Polifemo no contexto do antropoceno, filmando um lago de resíduos de bauxite na Alemanha. O filme propõe uma meditação visual sobre a violência ambiental e a presença do impacto humano na paisagem. Em outro registo, Eugenio Ampudia com Concierto para el Bioceno, desloca a atenção para a escuta e para a interdependência entre espécies, ambientes e formas de vida, imaginando as plantas como uma possível nova civilização. De outro modo, Guy Ben-Ner transporta em Stealing Beauty a intimidade familiar para o interior de espaços de consumo, revelando como as convenções sociais, econômicas e afetivas moldam a nossa experiência cotidiana. Nesse mesmo cotidiano inscreve-se também o conflito em Yuan-Goang Ming com o vídeo Everyday War, onde a ameaça real da violência se inscreve no cotidiano das nossas próprias vidas e casas. Em Woman Without a Home (trailer) da Raida Adon a identidade, deslocamento e estruturas de poder, confronta-nos com a experiência de viver entre mundos, onde pertencer se torna um desafio constante. E para finalizar uma reflexão sobre história, memória e o mundo construído aparece nas obras de William Kentridge, pertencentes à série Soho Eckstein, onde o artista articula a memória histórica da África do Sul através do desenho animado, da transformação da imagem e da persistência do traço.
A mostra, com as peças de William Kentridge e Luis Úrculo apresentadas graças ao empréstimo da Colecção Teresa Sapey, entende-se, assim, como uma viagem entre o pessoal e o coletivo, a ação e a contemplação, o corpo e a história. Cada obra dialoga com a seguinte, articulando um percurso em que o vídeo se revela capaz de conter tensão, reflexão e poética, oferecendo ao espectador a oportunidade de confrontar os limites da sua percepção e a urgência de repensar o nosso mundo.
António da Câmara, Irit Batsry and Mario Gutiérrez Cru
VEM – Video Art in Movement is an itinerant fruition experience of Iberian and international creations exploring environments of transition and passage. Every summer a van travels between Spain and Portugal exhibiting a programe of works by international video artists.
Curatorial programe with a historical perspective that its open-air attendance, on a summer night, is accessible and of interest to all audiences. The projections are held in small to medium scale environments, removing the works from the traditional exhibition spaces to take them to open public screening.
“It starts with images that interest me, or provoke me”
William Kentridge
In VEM 2026, the visual experience unfolds from a van travelling between Spain and Portugal, transforming movement itself into a territory where the intimate, the political, the poetic and the environmental meet and come into tension. The selection brings together works that speak of perception and memory, of the frictions of everyday life, of the fragility of social structures and of the relationship between human beings and their surroundings, from domestic and urban spaces to natural, industrial and symbolic landscapes.
In My World, by Stein Henningsen, the body confronts the vastness of Svalbard, striking an iceberg that drifts endlessly; a minimal and insistent action that becomes a metaphor for resistance in the face of uncontrollable forces. Luis Úrculo, in Ensayo Sobre la Ruina / Essay on Decline, approaches architecture, remains and the instability of built forms, proposing a poetic reading of ruin as physical, mental and temporal matter.
In Polyphem, by Ilaria Di Carlo, the landscape appears as a wounded territory: the work reinterprets the myth of Polyphemus in the context of the Anthropocene, filming a lake of bauxite residue in Germany. The film offers a visual meditation on environmental violence and the presence of human impact within the landscape. In another register, Eugenio Ampudia, with Concert for the Biocene, shifts attention towards listening and towards the interdependence between species, environments and forms of life, imagining plants as a possible new civilisation.
In a different way, Guy Ben-Ner, in Stealing Beauty, brings family intimacy into spaces of consumption, revealing how social, economic and affective conventions shape our everyday experience. This everyday dimension is also marked by conflict in Everyday War, by Yuan Goang-Ming, where the real threat of violence infiltrates domestic space and daily life. In Woman without a Home, by Raida Adon, identity, displacement and power structures confront us with the experience of living between worlds, where belonging becomes a constant challenge.
Finally, a reflection on history, memory and the built world appears in the works of William Kentridge, belonging to the Soho Eckstein / Drawings for Projection series, in which the artist articulates the historical memory of South Africa through animated drawing, the transformation of the image and the persistence of the trace.
The exhibition, with works by William Kentridge and Luis Úrculo presented thanks to a loan from the Colecção Teresa Sapey, is therefore conceived as a journey between the personal and the collective, action and contemplation, body and history. Each work enters into dialogue with the next, shaping a route in which video reveals its ability to contain tension, reflection and poetics, offering viewers the opportunity to confront the limits of their perception and the urgency of rethinking our world.
António da Câmara, Irit Batsry and Mario Gutiérrez Cru
VEM – Videoarte en Movimiento es una experiencia itinerante de la creación visual en ambientes de transición y de paso. En verano, una furgoneta viaja entre España y Portugal exhibiendo un programa compuesto por obras de videoartistas internacionales.
Se trata de un comisariado de videoarte con perspectiva histórica para que su asistencia al aire libre, en una noche de verano, sea accesible y de interés para todos los públicos. Las proyecciones se llevan a cabo en entornos de pequeña y mediana escala, sacando las obras del contexto expositivo tradicional para llevarlas a espacios de proyección pública abiertos.
“Comienza con imágenes que me interesan o que me provocan”
William Kentridge
En VEM 2026, la experiencia visual se presenta a partir de una furgoneta que recorre el camino entre España y Portugal, transformando el desplazamiento en un territorio donde lo íntimo, lo político, lo poético y lo ambiental se encuentran y se tensionan. La selección reúne obras que hablan de la percepción y la memoria, de las tensiones de la vida cotidiana, de la fragilidad de las estructuras sociales y de la relación del ser humano con su entorno, desde el espacio doméstico y urbano hasta el paisaje natural, industrial y simbólico.
En My World, de Stein Henningsen, el cuerpo se enfrenta a la vastedad de Svalbard, golpeando un iceberg que se desplaza sin fin; una acción mínima e insistente que se transforma en una metáfora de resistencia ante fuerzas incontrolables. Por su parte, Luis Úrculo, en Ensayo Sobre la Ruina / Essay on Decline, se aproxima a la arquitectura, al vestigio y a la inestabilidad de las formas construidas, proponiendo una lectura poética de la ruina como materia física, mental y temporal.
En Polyphem, de Ilaria Di Carlo, el paisaje aparece como territorio herido: la obra reinterpreta el mito de Polifemo en el contexto del Antropoceno, filmando un lago de residuos de bauxita en Alemania. La película propone una meditación visual sobre la violencia ambiental y la presencia del impacto humano en el paisaje. En otro registro, Eugenio Ampudia, con Concierto para el Bioceno, desplaza la atención hacia la escucha y hacia la interdependencia entre especies, ambientes y formas de vida, imaginando las plantas como una posible nueva civilización.
De otro modo, Guy Ben-Ner traslada, en Stealing Beauty, la intimidad familiar al interior de espacios de consumo, revelando cómo las convenciones sociales, económicas y afectivas moldean nuestra experiencia cotidiana. En esa misma cotidianidad se inscribe también el conflicto en Everyday War, de Yuan Goang-Ming, donde la amenaza real de la violencia se infiltra en el espacio doméstico y en la vida diaria. En Woman without a Home, de Raida Adon, la identidad, el desplazamiento y las estructuras de poder nos confrontan con la experiencia de vivir entre mundos, donde pertenecer se convierte en un desafío constante.
Finalmente, una reflexión sobre la historia, la memoria y el mundo construido aparece en las obras de William Kentridge, pertenecientes a la serie Soho Eckstein / Drawings for Projection, en las que el artista articula la memoria histórica de Sudáfrica a través del dibujo animado, la transformación de la imagen y la persistencia del trazo.
La muestra, con las piezas de William Kentridge y Luis Úrculo presentadas gracias al préstamo de la Colección Teresa Sapey, se entiende así como un viaje entre lo personal y lo colectivo, la acción y la contemplación, el cuerpo y la historia. Cada obra dialoga con la siguiente, articulando un recorrido en el que el vídeo se revela capaz de contener tensión, reflexión y poética, ofreciendo al espectador la oportunidad de confrontar los límites de su percepción y la urgencia de repensar nuestro mundo.
António da Câmara, Irit Batsry y Mario Gutiérrez Cru
(Português / Español )
AGENDA 2026
14 julho / july / julio. 22h
ÉSTA ES UNA PLAZA! – MADRID
C/ Doctor Fourquet, 24, Madrid
15 julho / july / julio. 22h
COLLEGIUM – ARÉVALO
San Ignacio de Loyola, 8-22, Arévalo
16 julho / july / julio. 22h
MUSEO VOSTELL MALPARTIDA – MALPARTIDA DE CÁCERES
Ctra. Los Barruecos, s/n. Malpartida de Cáceres
22 julho / july / julio. 21:30h
CINE – TEATRO CURVO SEMEDO – MONTEMOR-O-NOVO
Montemor-o-Novo
23 julho / july / julio. 22h
DUPLACENA 77 – LISBOA
Regueirão Anjos ,77b, Lisboa
24 julho / july / julio. 22h
CASA DA CERCA – CENTRO DE ARTE CONTEMPORÂNEA – ALMADA
R. da Cerca, Almada
26 julho / july / julio. 21:30h
PENAFIEL
Largo de Ajuda, Penafiel
30 julho / july / julio. 22:30h
CITEMOR – MONTEMOR-O-VELHO
Largo da Feira, Montemor-O-Velho
Programa / Programe / Programa
Stein Henningsen: My World (NOR, 2025, 3:14)
Guy Ben-Ner: Stealing Beauty (IL, 2007/2008, 17:40)
William Kentridge: Sobriety, Obesity & Growing Old (ZA, 1991, 8:46)
Yuan Goang-Ming: Everyday War (TW, 2024/2025, 10:44)
Ilaria Di Carlo: Polyphem (IT/DE, 2025/2026, 10:00)
Eugenio Ampudia: Concierto para el Bioceno / Concert for the Biocene (SP, 2020, 7:50)
Luis Úrculo: Ensayo Sobre la Ruina / Essay on Decline (SP, 2013, 3:56)
Raida Adon: Woman without a Home — trailer (PS/IL, 2013, 3:27)
Obras / Pieces / Obras
. Stein Henningsen
My World
(NOR, 2025)
3:14
O vídeo mostra uma paisagem marítima no coração da natureza gelada de Svalbard. Bandos de aves sobrevoam em voo rasante um horizonte cinzento-azulado, como hieróglifos fugazes que atravessam o ecrã. Pela direita, surge um homem de fato, transportado por um bloco de gelo, que golpeia furiosamente a superfície com um malho, lançando neve a cada pancada. Quanto tempo passará até que o gelo ceda e o homem desapareça nas ondas? No entanto, o bloco continua à deriva, deslizando para fora do enquadramento pela esquerda, apenas para que a figura com o martelo volte a aparecer pela direita.
The video shows a seascape deep in the frozen wilderness of Svalbard. Flocks of birds sweep low across a grey-blue horizon, like fleeting hieroglyphs across the screen. From the right, a man in a suit drifts into view, carried on an ice floe, hammering furiously at the ice with a sledgehammer, snow flying with each blow. How long before the ice gives way and the man disappears into the waves? But the floe keeps drifting, sliding out of frame to the left — only for the hammer-wielding figure to reappear again from the right.
El vídeo muestra un paisaje marino en lo profundo de la helada naturaleza salvaje de Svalbard. Bandadas de aves sobrevuelan a baja altura un horizonte gris azulado, como jeroglíficos fugaces que cruzan la pantalla. Desde la derecha, aparece un hombre vestido con traje, arrastrado por un témpano de hielo, que golpea furiosamente el hielo con un mazo, haciendo volar la nieve con cada golpe. ¿Cuánto tiempo pasará antes de que el hielo ceda y el hombre desaparezca entre las olas? Pero el témpano sigue a la deriva, deslizándose fuera del encuadre hacia la izquierda, solo para que la figura que empuña el martillo vuelva a aparecer por la derecha.
. Guy Ben-Ner
Stealing Beauty
(IRS, 2007 /08) 18:01
Filmado em lojas IKEA, Stealing Beauty transporta a vida familiar para o interior de um espaço comercial. Guy Ben-Ner transforma os cenários domésticos pré-fabricados em palco de uma ficção crítica sobre consumo, propriedade, educação e convenções sociais.
Filmed in IKEA stores, Stealing Beauty brings family life into a commercial space. Guy Ben-Ner turns prefabricated domestic settings into the stage for a critical fiction about consumption, property, education and social conventions.
Filmado en tiendas IKEA, Stealing Beauty traslada la vida familiar al interior de un espacio comercial. Guy Ben-Ner convierte los escenarios domésticos prefabricados en el escenario de una ficción crítica sobre consumo, propiedad, educación y convenciones sociales.
. William Kentridge
Sobriety, Obesity & Growing Old
(SUD, 1991)
Iniciada em 1989, a série Drawings for Projection afirmou William Kentridge através de animações em carvão ligadas ao contexto do fim do apartheid, embora nunca concebidas como simples crónica histórica. Em Sobriety, Obesity & Growing Old, Soho Eckstein, Mrs. Eckstein e Felix Teitlebaum formam um triângulo marcado pelo desejo, pela perda e pelo colapso. Enquanto o império industrial de Soho se desfaz, a esfera política e a intimidade doméstica confundem-se. Mais do que uma narrativa linear, a obra é uma exploração subjetiva da identidade, da memória, da culpa e da contradição.
Begun in 1989, the Drawings for Projection series established William Kentridge through handcrafted charcoal animations shaped by the final years of apartheid, though never conceived as straightforward historical chronicles. In Sobriety, Obesity & Growing Old, Soho Eckstein, Mrs Eckstein and Felix Teitlebaum form a triangle marked by desire, loss and collapse. As Soho’s industrial empire disintegrates, political turmoil and domestic intimacy become inseparable. Rather than a linear narrative, the work offers a subjective exploration of identity, memory, guilt and contradiction.
Iniciada en 1989, la serie Drawings for Projection consolidó a William Kentridge mediante animaciones artesanales al carboncillo vinculadas al contexto del final del apartheid, aunque nunca concebidas como una simple crónica histórica. En Sobriety, Obesity & Growing Old, Soho Eckstein, Mrs. Eckstein y Felix Teitlebaum forman un triángulo marcado por el deseo, la pérdida y el derrumbe. Mientras el imperio industrial de Soho se desmorona, la agitación política y la intimidad doméstica se confunden. Más que una narración lineal, la obra propone una exploración subjetiva de la identidad, la memoria, la culpa y la contradicción.
. Yuan Goang-Ming
Everyday War
(TW, 2024/25) 10:44
Em Everyday War, Yuan Goang-Ming introduz a ameaça da violência no espaço da vida quotidiana. A obra constrói uma atmosfera suspensa, onde a casa e os gestos comuns deixam de ser lugares de segurança para se converterem em cenários atravessados pela instabilidade política e emocional.
In Everyday War, Yuan Goang-Ming brings the threat of violence into the space of everyday life. The work constructs a suspended atmosphere in which the home and ordinary gestures cease to be places of safety and become settings crossed by political and emotional instability.
En Everyday War, Yuan Goang-Ming introduce la amenaza de la violencia en el espacio de la vida cotidiana. La obra construye una atmósfera suspendida, donde la casa y los gestos comunes dejan de ser lugares de seguridad para convertirse en escenarios atravesados por la inestabilidad política y emocional.
. Ilaria Di Carlo
Polyphem
(IT, 2025) 10:00
Polyphem reinterpreta o mito de Polifemo a partir de uma paisagem marcada pela extração e pelo resíduo industrial. A obra aproxima mito, ecologia e antropoceno para propor uma leitura visual da ferida ambiental e da presença humana inscrita no território.
Polyphem reinterprets the myth of Polyphemus through a landscape marked by extraction and industrial residue. The work brings together myth, ecology and the Anthropocene to propose a visual reading of environmental wound and human presence inscribed in the territory.
Polyphem reinterpreta el mito de Polifemo a partir de un paisaje marcado por la extracción y el residuo industrial. La obra aproxima mito, ecología y Antropoceno para proponer una lectura visual de la herida ambiental y de la presencia humana inscrita en el territorio.
. Eugenio Ampudia
Concierto para el Bioceno / COncert for the Biocene
(SP, 2020) 7:50
Realizada no Gran Teatre del Liceu de Barcelona, a ação coloca as plantas no lugar do público, imaginando uma mudança simbólica de paradigma. A obra propõe uma escuta deslocada, onde a vida vegetal deixa de ser cenário para tornar-se interlocutora.
Presented at the Gran Teatre del Liceu in Barcelona, the action places plants in the position of the audience, imagining a symbolic shift of paradigm. The work proposes a displaced form of listening, in which plant life ceases to be background and becomes an interlocutor.
Realizada en el Gran Teatre del Liceu de Barcelona, la acción sitúa a las plantas en el lugar del público, imaginando un cambio simbólico de paradigma. La obra propone una escucha desplazada, donde la vida vegetal deja de ser fondo para convertirse en interlocutora.
. Luis Úrculo
Ensayo Sobre la Ruina / Essay on Decline
(SP, 2013) 03:54
Em Ensayo Sobre la Ruina, Luis Úrculo trabalha a arquitetura como vestígio, hipótese e instabilidade. A ruína não aparece apenas como resto do passado, mas como matéria ativa a partir da qual imaginar outros tempos, outras formas e outros modos de habitar.
In Essay on Decline, Luis Úrculo approaches architecture as trace, hypothesis and instability. Ruin does not appear merely as a remnant of the past, but as active matter from which to imagine other times, other forms and other ways of inhabiting.
En Ensayo Sobre la Ruina, Luis Úrculo trabaja la arquitectura como vestigio, hipótesis e inestabilidad. La ruina no aparece solo como resto del pasado, sino como materia activa desde la que imaginar otros tiempos, otras formas y otros modos de habitar.
. Raida Adon
Woman without a Home
(PAL, 2013) 03:27 (trailer)
Em Woman without a Home, Raida Adon constrói uma meditação visual sobre identidade, deslocamento e pertença. A obra interroga o que significa ter ou não ter um lar quando a biografia pessoal se cruza com fronteiras, conflitos e estruturas de poder.
In Woman without a Home, Raida Adon constructs a visual meditation on identity, displacement and belonging. The work questions what it means to have, or not to have, a home when personal biography intersects with borders, conflicts and structures of power.
En Woman without a Home, Raida Adon construye una meditación visual sobre identidad, desplazamiento y pertenencia. La obra interroga qué significa tener o no tener un hogar cuando la biografía personal se cruza con fronteras, conflictos y estructuras de poder.
Locais / Venues / Sedes

Museo Vostell Malpartida
16 JUL 2026. 22h
https://museovostell.org/


Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea
Penafiel
26 JUL 2026. 21:30h
Largo de Ajuda, Penafiel
https://pontocpenafiel.pt/

Citemor
Equipa / Team / Equipo
Conceito e Direção Artística: Alisson Ávila e Irit Batsry
Direção: António Câmara Manuel
Curaduría: António Câmara Manuel, Irit Batsry e Mario Gutiérrez Cru
Van Master, projeção, tradução e website: Mario Gutiérrez Cru
Direção de Produção, Comunicação, revisão de conteúdos e design: Ana Calheiros
Produção: Duplacena
Produzido com a cumplicidade de: PROYECTOR
Financiamento: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes + Câmara Municipal de Lisboa
Apoio: Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Collegium, Ésta es una PLAZA!, Museo Vostell Malpartida, O Espaço do Tempo, Cámara de Penafiel


